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NOTÍCIAS

Prêmios de seguros somam R$ 38,5 bi até julho, com alta de 18% - 25/09/2008

O mercado de seguros brasileiro movimentou até julho de 2008, em prêmios diretos, R$ 38,5 bilhões, um crescimento de 18,4% ante os R$ 32,5 bilhões no mesmo período de 2007. Os dados, divulgados pela Susep, apontam que os sinistros de seguro em 2008 atingiram R$ 10,8 bilhões, contra R$ 10 bilhões até julho de 2007; os sinistros retidos saltaram de R$ 9,7 bilhões nos sete primeiros meses do ano passado para R$ 10,5 bilhões até julho de 2008. Os prêmios retidos somaram R$ 33 bilhões até julho de 2008 contra R$ 24,7 bilhões em 2007. Já o total de prêmios ganhos no período atingiram R$ 19,9 bilhões, contra R$ 17,7 bilhões registrados no ano passado, um crescimento de 12,4%. Esse resultado não contempla o ramo saúde, submetido à ANS.






Dirigir na contramão pode levar à perda de seguro

Além de embriaguez, comportamentos que levem à morte em acidente de trânsito, como andar na contramão ou falar ao celular, podem ser usados como argumento para a companhia seguradora não pagar o seguro de vida, desde que sejam comprovados. O abuso da bebida foi considerado em decisão na semana passada do STJ (Superior Tribunal de Justiça), que negou o seguro à viúva de um motorista morto em acidente por ele estar embriagado. A maior parte das seguradoras põe no contrato uma cláusula geral, baseada no artigo 768 do Código Civil: "O segurado perderá o direito à garantia se agravar intencionalmente o risco objeto do contrato". Mas, segundo o Procon-SP, não há na lei detalhamento de quais seriam esses comportamentos, nem há como elencar todas as ações de risco. Só o Judiciário vai avaliar.








Dica de leitura – “Fundos de pensão instituídos na previdência privada brasileira”

A previdência social tem como objetivo garantir que em determinadas situações específicas e previstas o trabalhador tem como se manter, bem como seu cônjuge e dependentes, com esse intuito as pessoas contribuem. Ocorre que nem sempre o governo consegue arcar com essa responsabilidade. A previdência social tem um limite máximo para oferecer, teto este que se comparado à população em geral pode ser considerado alto, mas que para certos indivíduos que recebem, enquanto estão na ativa, não serve para se manterem. É pensando nisso que recorrem aos planos de previdência privada. O livro é da editora LTR e tem 248 páginas.






Por decisão do STJ, embriaguez pode anular seguro de vida

Na onda do combate à combinação álcool e direção, a Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça decidiu ontem que a Santander Seguradora não precisará pagar indenização aos beneficiários de um motorista que sofreu um acidente embriagado. O STJ teve o entendimento que, ao dirigir embriagado, o segurado cria um agravante ao risco de morte. Inicialmente, houve, por parte da imprensa, o entendimento de que a embriaguez passava a ser agravante para os seguros do ramo automóvel. Entretanto, no final da tarde, a Coordenadoria de Editoria e Imprensa do STJ retificou a notícia destacando que “agora quem dirigir embriagado [...] pode ficar sem o seguro de vida”. Esta decisão cria jurisprudência e os próximos casos serão regidos por este dispositivo.






Restituição do IPVA de carro roubado é regulamentada

Três meses após ser aprovada, a lei que permite que donos de veículos roubados ou furtados tenham devolvido o IPVA passou a valer definitivamente em 27/08. Para receber a restituição, o roubo ou o furto deve ter acontecido no território do estado de São Paulo e precisa ser comunicado à polícia em boletim de ocorrência. A lei beneficia contribuintes que tenham tido o veículo roubado a partir de 01/01/08. Se o IPVA já tiver sido pago, integralmente ou parcialmente, será restituído o valor correspondente ao resto do ano em que o proprietário ficou sem o veículo. No caso de recuperação do veículo, volta a ser devido o IPVA, proporcionalmente aos meses que restarem até o final do respectivo ano, à razão de 1/12 por mês.






Classe C cresce e demanda produtos de seguros adequados

Pesquisa encomendada pela financeira Cetelem aponta que a população pertencente à classe C, com rendimento médio de R$ 1.100, cresceu. Em 2006, essa fatia representava 36% da população, número que saltou para 46% em 2007, maior grupo de consumidores do mercado brasileiro, com 86 milhões de pessoas. Para a Aon Affinity do Brasil, a expansão da classe C é um fator resultante do crescimento da economia, da maior oferta de crédito e do incremento de renda. Faz parte do trabalho do mercado de seguros criar e desenvolver produtos de seguros que atendam a todas as necessidades dessa classe, que está cada vez mais exigente e representativa.






Lançado site oficial sobre o crime da Venda Casada

Entrou hoje no ar o site que fala tudo sobre o crime da Venda Casada. O www.vendacasadaecrime.org.br traz, para o grande público, a definição sobre esta prática, ajudando a identificar casos onde ela ocorre. Fala bastante do envolvimento com seguros e transações financeiras, já que são os principais casos, mas também de outros diversos casos que acontecem rotineiramente e as pessoas não percebem que se trata de crime passível de multa e detenção. Provando que é crime, o site fala das leis e das punições aplicadas a quem pratica a Venda Casada, e orienta para fazer uma denúncia. Também traz notícias sobre o tema tratadas pela mídia e disponibiliza um campo para que o internauta que já foi vítima de Venda Casada (de qualquer tipo) conte seu caso. Visite agora o site, interaja, divulgue!






Polícia prende grupo que fraudava seguro DPVAT

Pelo menos 12 pessoas foram detidas na semana passada, em Belém, suspeitas de fraudarem o seguro obrigatório pago às vítimas de acidentes de trânsito, o DPVAT. Ao todo, a Polícia Civil e promotores do Grupo Especial de Prevenção e Repressão às Organizações Criminosas do Ministério Público do Estado pretendem cumprir 28 mandados de prisão nas regiões próximas à capital paraense. De acordo com as investigações, a quadrilha usava documentos falsos e atestados de óbito fraudados. Entre os presos, há advogados, peritos e funcionários de clínicas da cidade.






Mercado de seguros apresenta crescimento logo no início do ano

Desconsiderando o VGBL e o seguro saúde, o setor de seguros faturou, em janeiro de 2008, R$ 3,77 bilhões, contra R$ 3,51 bilhões no mesmo período do ano anterior. Ou seja, uma variação de 7,4%, um pouco acima da variação do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo = índice oficial do Governo Federal para medição das metas inflacionarias) no mesmo período (4,6%).






Mercado de seguros tem importante participação na economia do País

Estudo realizado pelo Sincor-SP mostra que o mercado brasileiro de seguros passa por uma fase importante: de janeiro a setembro, o setor cresceu 10% em comparação com igual período de 2006. No entanto, o ramo de seguro de automóveis – o principal do setor, responsável por 45% do faturamento das seguradoras que operam neste ramo – cresceu apenas 5%. O faturamento alcançou R$ 28,5 bilhões, excluindo o seguro saúde e os planos VGBL. Os seguros de risco financeiro, que protegem contra inadimplência, foram os que registraram maior crescimento: subiram 50% e tiveram vendas de R$ 283 milhões. Já as apólices patrimoniais somaram R$ 4 bilhões, com expansão de 8%. O Sindicato estima que 2007 deve fechar com um resultado superior ao do ano passado, quando o setor cresceu 15%.

Fonte:

SINCOR.org.br, 04 de dezembro de 2007






Seguro da CBF dá R$ 25 mil para parentes de vítimas na BA

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) vai garantir uma indenização de R$ 25 mil para os parentes de cada uma das sete pessoas que morreram no desabamento de parte da arquibancada do Estádio da Fonte Nova, dia 25/11, durante jogo entre Bahia e Vila Nova-GO, pela Série C do Campeonato Brasileiro. Já a maior parte dos feridos na tragédia não vai receber nenhuma ajuda financeira da entidade, que vai oferecer apenas R$ 20 mil a quem ficar permanentemente inválido. Por ingresso vendido em jogos da competição, a seguradora contratada, Cia Excelsior de Seguros, tem direito a R$ 0,15, referente ao Seguro de Acidentes Pessoais Coletivo de Público Pagante. Até agora, a seguradora já teria arrecadado pouco mais R$ 10 milhões com a edição de 2007 do Campeonato Brasileiro, nas três divisões.

Fonte:

SINCOR.org.br, 04 de dezembro de 2007






Pesquisa comprova que consumidor prefere contratar seguros com corretor profissional

Uma pesquisa nacional para entender o que faz o consumidor se sentir mais seguro ao comprar e utilizar seguros foi realizada pela Fenacor, com patrocínio da Escola Nacional de Seguros - Funenseg. Foram ouvidos consumidores de todos os produtos (Ramos Elementares, Vida, Previdência e Saúde), corretores de seguros e seguradores. No início, o foco foi direcionado para consumidores e profissionais do mercado do Rio de Janeiro e São Paulo. Foram realizadas 2.549 entrevistas, com pessoas físicas de ambos os sexos, idades entre 18 e 65 anos e renda superior a R$ 1.500,00 mensais, distribuídos proporcionalmente à quantidade de corretores de seguros de cada estado. Na percepção de "Segurança", foi apurada uma boa notícia para o corretor. Em uma escala até 100%, a afirmativa "Me sinto mais seguro comprando seguros com um Corretor de Seguros" foi a que obteve maior índice (74,1%) dentre os canais. Quanto aos motivos que levam o consumidor a escolher um determinado "Canal" destacaram-se, pela ordem: "Confiança no Canal"; "Melhor Oferta" (preço mais baixo); "Indicação de Amigos"; e "Atendimento", particularmente no pós-venda.

Fonte:

SINCOR.org.br, 27 de novembro de 2007


















Furto de veículos cresceu 6,9%

Esse problema será um dos tópicos discutidos no 2º Fórum de Segurança de Piracicaba, promovido hoje pelo Funseg. O furto de veículos, que teve um aumento de 6,9% entre janeiro e julho deste ano em comparação com o mesmo período do ano passado, assumiu a posição antes ocupada pelas ocorrências de roubos como o principal problema enfrentado atualmente na área de segurança em Piracicaba. Números oficiais mostram que foram 826 furtos de veículos neste ano contra 773 em 2006, ou seja, são levados quatro veículos diariamente.

A prática fez com que as forças policiais do município se mobilizassem e passassem a exercer atividades específicas contra o furto de veículos, rendendo resultados positivos entre maio e junho, quando houve uma queda de 4,8%. As ações, no entanto, ajudaram a retomar o patamar anterior, cuja média é de 96 registros por mês.

No entanto, para representantes de Consegs (Conselhos Comunitários de Segurança), os assaltos caracterizados pela ameaça contra a vítima, continuam preocupando o piracicabano, conforme constatam em suas reuniões.
















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Hoje na Acipi (Associação Comercial e Industrial de Piracicaba) serão discutidas as principais questões ligadas à segurança no 2º Fórum de Segurança de Piracicaba, promovido pelo Funseg (Fundo de Segurança de Piracicaba), tendo a presença do secretário de Estado Ronaldo Augusto Bretas Marzagão.

Pela manhã, das 8h às 12h, também na entidade, ele participa de encontro estadual dos Consegs.

A sensação de insegurança tem explicação quando analisados os dados oficiais do ano passado e que fizeram Piracicaba fechar em 2006 com uma alta de 10,2% nos roubos – foram 2.142 casos, contra 1.943 de 2005, média de seis assaltos por dia.

Outra questão lembrada foi o déficit de delegados. Atualmente, Piracicaba possui 14 profissionais de um total de 22 vagas em seus sete distritos policiais, três delegacias especializadas e uma de trânsito.

Para Jorge Luiz Abdala, do Conseg Oeste (7º DP), a maior preocupação atualmente na área de segurança na cidade é o roubo. “Nas reuniões que fazemos, percebemos que as pessoas mostram mais preocupação em ser assaltada, principalmente em casa, do que os outros delitos”, comentou.
















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O representante do Conseg Leste (6º DP), Wladimir César Moralles, disse ainda que é preciso mais investimentos especialmente na educação e no social. “Hoje o problema de segurança está sério de modo geral, mas temos que combater as causas”, declarou.

Segundo o delegado seccional João José Dutra, as ocorrências de roubos tiveram uma baixa significativa na cidade – os números não puderam ser divulgados - mas continuam tendo atenção especial. “Esse tipo de crime preocupa mais porque gera um trauma para a vítima, havendo a gravidade da violência contra a pessoa”.

Fonte:

Jornal de Piracicaba, 10 de agosto de 2007









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Seguro de carro subiu até 66%

Delegado Regional do Sincor em Piracicaba, Carlos Alberto Caporali, disse que a causa é o alto índice de furtos.

Devido aos altos índices de furtos de veículos na cidade, os valores dos seguros de carros visados – Gol e Parati – pelos criminosos tiveram aumentos de até 66% do ano passado para este ano. “O Gol e a Parati, da Volkswagen, são os principais”, disse o delegado regional do Sincor (Sindicato dos Corretores de Seguros do Estado de São Paulo) em Piracicaba, Carlos Alberto Caporali.

As seguradoras vão realizar um mapeamento detalhado (com período, quantidade, região e outros dados) dos sinistros cadastrados no município nos últimos meses. O objetivo é cobrar ações preventivas das autoridades.

Caporali disse que uma Parati era segurada, no ano passado, por R$ 1.800 em média e atualmente esse valor chega a R$ 3.000 em alguns casos. O valor do seguro para um Gol passou de aproximadamente R$ 1.400 para cerca de R$ 2.000 nos últimos meses. “Praticamente você tem um carro de R$ 20 mil – o Gol – com seguro equivalente ao de um Corola (da Toyota) que custa R$ 70 mil”, compara.

















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Caporali aponta que essa inflação nos preços é um dos impactos dos furtos de veículos na cidade. Apesar de os dados oficiais apontarem que esse tipo de ocorrência teve redução de 40,8% entre maio, quando foram registrados 152 casos, e junho (90 furtos); em julho o número voltou a subir: foram 108 ocorrências no último mês.

Além do aumento dos preços, outra conseqüência da criminalidade poderá ser a taxação diferenciada, determinada de acordo com o índice de furtos por bairro. Ou seja, a área de risco declarada pelo segurado poderá influenciar no valor do seguro. “Isso já acontece em São Paulo e Campinas e tenho certeza de que, se o quadro não mudar, estamos caminhando para isso”, afirmou Caporali.

Diante da situação, as seguradoras decidiram realizar um mapeamento detalhado (com período, quantidade, região, e outros dados) dos sinistros constatados no município nos últimos meses. O objetivo da ação, segundo a Delegacia Regional do Sincor, é cobrar das autoridades mais ações preventivas, além de estudar formas de colaborar com o trabalho desenvolvido pelas polícias.

Essa decisão foi tomada na manhã de ontem durante reunião, na sede do Sincor Piracicaba, entre 45 representantes das cerca de 20 seguradoras em atividade no município. “Entendemos que é nossa responsabilidade tentar melhorar a situação. Quando o seguro dos carros sobe, existe um efeito cascata que acaba deixando tudo mais caro”.


















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O delegado seccional da Polícia Civil, João José Dutra, disse que a iniciativa das seguradoras “é muito positiva”, já que “diante de toda essa situação complicada, as polícias faziam sua obrigação, mas parecia que alguns seguimentos estavam acomodados”.

FRAUDES – O mapeamento das seguradoras deverá estar pronto dentro de um mês. Até lá, o Sincor espera ter também, uma noção precisa da quantidade de fraudes aplicadas contra as seguradoras. Por enquanto, a entidade trabalha com um dado vagamente estimado de que 30% dos furtos sejam tentativas de golpes. “Com o levantamento feito pelas seguradoras, talvez tenhamos também essa informação para conversar com as autoridades, cobrar soluções ou realizar ações conjuntas”, informou Caporali.

O delegado também ainda não tem dados exatos sobre o crescimento da movimentação nas seguradoras de Piracicaba. Mas de acordo com ele, estima-se que a procura por novos orçamentos tenha praticamente dobrado nos últimos meses. “Claro que nem todos os interessados fecham negócio, mas houve empresa que precisou delegar funcionário apenas para atender orçamentos.”



Fonte:

Jornal de Piracicaba, 3 de agosto de 2007



















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